Momentos económicos… e não só

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Sobre a exclusividade no SNS,

2 comentários

a minha discussão no podcast do Expresso, disponível aqui Money, Money, Money. Mais tarde, quando houver texto para discutir, volta-se ao tema.

Autor: Pedro Pita Barros, professor na Nova SBE

Professor de Economia da Universidade Nova de Lisboa.

2 thoughts on “Sobre a exclusividade no SNS,

  1. Recebido por email:

    Exmo Senhor(a)

    Gostaria de lhe deixar algumas sugestões que, em minha opinião, poderiam ajudar a minorar, ou mesmo resolver, a questão da falta de médicos.

    Assim,

    1- Não é o futuro médico (ou outro licenciado em qualquer área do saber) que paga a sua formação , pois as propinas são meramente simbólicas , mas sim a comunidade por via dos impostos que paga. Como tal, parece-me justo que seja exigível que qualquer licenciado , médicos incluídos, cujos serviços sejam necessários ao bem público, não possam transitar para o sector privado antes de devolverem o investimento que a comunidade fez ao pagar-lhes a sua formação . Como tal, terminada esta, deveriam cumprir obrigatoriamente um tempo de serviço em organismo público (SNS, no caso dos médicos) caso o Estado tenha necessidade desse profissional. Serviço este pago à tabela salarial em vigor e durante o tempo necessário para o profissional ressarcir o investimento financeiro que toda a Comunidade fez para lhe pagar a sua formação. Creio ser de elementar justiça . Esse tempo de serviço deveria ser efectivamente prestado, e não financeiramente ressarcível, de forma a evitar que os mais abastados fugissem ao cumprimento deste dever cívico.

    2- Determinar que o acesso a formação universitária em Universidades privadas, seja condicionada, tal como para o acesso às Universidades públicas , a aprovação no exame nacional público de admissão ao ensino superior. Caso contrário, aluno que reprove neste exame conseguirá aceder à formação superior , pela via do ensino privado , desde que tenha recursos financeiros. Tal é manifestamente injusto e discriminatório.

    3- Implementar uma qualquer forma de evitar os falsos atestados médicos passados ao médico por …outro médico! Certamente não será fácil, mas há que evitar casos, de que tenho conhecimento directo, de médica “doente” que em 2020 trabalhou 72 dias, e frequentemente vista a passear-se pela cidade , usufruindo de atestado médico passado por…colega.

    Se realmente o preocupa a falta de médicos, e acredito que sim, nomeadamente no SNS, o que também um dia a todos irá afectar directamente, excepto aos privilegiados que possam pagar os insuportáveis e crescentes preços da medicina privada, gostaria que ponderasse a viabilidade destas sugestões. Colocar estes assuntos à discussão pública seria, certamente, um bom contributo que poderia prestar à sociedade portuguesa. Fica o desafio. Cordiais cumprimentos .

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  2. Ha espera do Texto (que nao de Godot…)

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