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as avaliações da Fundação para a Ciência e a Tecnologia

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dos centros de investigação deram muito que falar durante o Verão, embora as versões definitivas saídas há poucos dias tenham passado relativamente despercebidas. É interessante ver que posicionamento está associado com os 10 centros que passaram à segunda avaliação nesta versão final face à versão inicial. Procurando usar a relação estatística entre a decisão de passar à segunda fase de avaliação, é possível obter uma estimativa da probabilidade cada um desses 10 centros ter uma decisão de passagem à segunda fase, com base nas decisões de todos os outros centros e nas características de cada centro. A relação estatística envolveu a estimação de um modelo probit (apresentado no final deste post, mais detalhes dos dados e das variáveis usadas estão aqui). As probabilidades para os 10 centros são:   .2007464, .2916102, .4771398,  .5284375,  .6417158,  .685995, .8014539, .9862189,  .9995956

Ou seja, há centros que em comparação com outros não deveriam ter sido repescados (2), outros estarão numa zona de incerteza (2) e os restantes têm características que sugerem essa passagem. A figura seguinte ilustra essas situações de mudança com os pontos laranja a representarem as unidades de investigação que na versão inicial não tinham passado à segunda fase e que na versão final tiveram essa decisão. Duas das unidades de investigação mais vocais por não terem passado incluem-se neste lote de 10 com mudança de decisão, e de forma correcta se se comparar com a sua posição relativa. Nota-se também acima de certa dimensão (cerca de 60 investigadores em equivalente em tempo integral) todas as unidades passaram à segunda fase (ver quadro descritivo abaixo).

Centros que viram a sua decisão mudada face à probabilidade de passagem

Centros que viram a sua decisão mudada face à probabilidade de passagem

 

 

Caracteristicas do grupo que passou à segunda fase (1) e do grupo que não passou (0)

Caracteristicas do grupo que passou à segunda fase (1) e do grupo que não passou (0)

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Autor: Pedro Pita Barros, professor na Nova SBE

Professor de Economia da Universidade Nova de Lisboa

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