pelos tempos que correm, só mesmo com musica, e um pedido, na sequência do post de ontem – dar atenção ao processo de ajustamento (dentro do ajustamento) que decorre da decisão do Tribunal Constitucional, e não ser apenas cortes à bruta. Mas as noticias mais recentes são pouco animadoras: aqui (“Documento interno: Cortes na despesa discutidos ao detalhe” no SOL), e aqui (Público, “Gaspar proíbe novas despesas no Estado sem autorização”).
Como as mudanças, evitemos a palavra cortes, não nos devemos limitar a cortar, vão implicar custos (igual a perda de receitas ou rendimentos) para alguém, a construção da base de apoio para essas mudanças a justiça apercebida dessas mudanças, a rapidez com que sejam feitas, vão ser elementos cruciais. De outro modo, o colocar do pé no travão que está a ser feito agora (a confirmarem-se as notícias) terá um efeito de mola a saltar quando abrandar.
A dúvida é se a decisão política consegue ser orientada para o bem comum, ou se mantém a visão fechada sobre o sound byte imediato para elogio dos membros do mesmo partido.
9 \09\+00:00 Abril \09\+00:00 2013 às 15:15
Será?
“Para se perceber o RIDÍCULO disto tudo:
O “custo” do Chumbo do TC é tão grande, tão grande, tão grande, que corresponde a 1/3 do “custo” dos ERROS ORÇAMENTAIS do Gaspar em 2012.
Ou seja: É uma DISCUSSÃO RIDÍCULA!!!!!!!!!”
Será que ninguém os manda fazer o trabalho que dizem que é para se ter feito, bem feito?!
Ou o objectivo é afinal outro?!
E será que esse objectivo é afinal… muito pouco confessável!?
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