Segunda-feira, dia 10 de Outubro, tive a oportunidade de participar na conferência anual do Infarmed.
A minha comunicação está disponível aqui.
Segunda-feira, dia 10 de Outubro, tive a oportunidade de participar na conferência anual do Infarmed.
A minha comunicação está disponível aqui.
Professor de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
13 \13\+00:00 Outubro \13\+00:00 2011 às 10:14
Caro Pedro
Entre o conteúdo desta tua comunicação e a “pressão” evidenciada na respectiva conclusão fica- me uma certeza:a saude esta com cada vez mais tecnologica mas como referiu Steve Jobs, a maior invenção da vida ainda e a morte..!tanta tecnologia e no entanto…se estamos mais saudáveis tambem e verdade que isso aumenta 30 a 50% os custos.
Que fazer? Talvez viver diferente:)
Abraço da CNES
Fvroxo
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20 \20\+00:00 Outubro \20\+00:00 2011 às 09:44
Os benefícios da introdução de melhor e mais eficiente tecnologia (sobretudo de informação) são inequívocos, talvez não se traduzindo numa melhoria directa na produção de Saúde, mas permitindo a manutenção dos actuais níveis de qualidade e quantidade de Produção com estabilização de necessidades de investimento em capital humano, que são escassos e dispendiosos.
No entanto, á semelhança de toda a revisão actual dos custos com a saúde, considero essencial a análise de benefícios ao actual sistema de investimento em tecnologia, que deverá tentar diferenciar as diferentes partes da mesma. Através da estratificação de níveis de necessidade, será mais fácil a adopção de medidas mais eficazes que não se traduzirão numa redução da qualidade.
O corte indiferenciado nos custos com tecnologia promoverá um corte com o actual esforço no processo de aculturação dos decisores para a implementação de tecnologias, que na minha óptica, ainda se encontra numa fase inicial de acordo com observações que faço no meu dia-a-dia.
Além disso, a tecnologia poderá ser uma forte ferramenta de apoio ao actual paradigma do sistema de saúde, pois permitirá não só comutar algumas ineficiências que se irão revelar pela redução de custos administrativos e outros, mas também num forte apoio na avaliação e acompanhamento da implementação das reformas (ex. http://www.i-gov.org/index.php?article=16691&visual=1).
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