Na apresentação do cenário macroeconómico pela Comissão Europeia, na sua revisão do progresso do programa de ajustamento, surge uma frase (p.10), em que se refere que as famílias irão manter as taxas de poupança aos níveis de 2011, com o consumo privado a cair em linha com a redução do rendimento disponível.
Face aos aumentos de preços, e reduções de rendimentos, nomeadamente do sector público, questiono-me sobre a razoabilidade de assumir uma taxa de poupança constante, e qual o impacto que terá se essa taxa de poupança se reduzir. Creio que esta é uma hipótese merecedora de análise de sensibilidade.