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The Economic Adjustment Program for Portugal – Second Review (parte 4)

2 comentários

Ao mesmo tempo que diz que Portugal fez bom progresso em várias frentes, mantendo-se desafios importantes, a Comissão Europeia, refere também que será necessário perseverança e emprenho do Governo para ultrapassar os fortes interesses instalados que se oporão às reformas. (final da p.6, início da p. 7, ainda no sumário executivo).

Ora, será importante que exista alguma forma de monitorizar este aspecto – para cada reforma que interesses instalados são afectados? qual é a sua reacção? que visibilidade deve ser dada à (eventual) oposição desses interesses às reformas? Como transformar a população numa aliada das reformas, em vez de aliada dos interesses? E sempre que os benefícios estiverem dispersos, mas os custos das reformas concentrados, quem perde tenderá a ser mais vocal e interventivo. A gestão política das reformas será um elemento determinante da capacidade de montar as reformas que se desejam.

Seria interessante ter informação publicamente disponibilizada e analisada sobre este aspecto. É um desafio para a comunidade académica que se dedica à ciência política fazer e tornar para todos disponível a sua apreciação deste aspecto.

Desconhecida's avatar

Autor: Pedro Pita Barros, professor na Nova SBE

Professor de Economia da Universidade Nova de Lisboa.

2 thoughts on “The Economic Adjustment Program for Portugal – Second Review (parte 4)

  1. Jorge Bravo's avatar

    PPB sempre estatistico, mas´era boa ideia.

    Gostar

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