Ao contrário do que se pretendia no Memorando de Entendimento inicial, o montante de dívidas a fornecedores continuou a aumentar, e deverá vir a ser uma das áreas de intervenção nos próximos meses. Até para evitar mais derrapagens orçamentais futuras. Para além, de não haver a especificação de um plano concreto para eliminar o actual stock, e fazer desaparecer a tendência para o seu aumento, é importante notar que o principal sector onde este problema se mais faz sentido dentro da despesa pública é o sector da saúde, que numa versão ampla do perímetro orçamental é responsável por cerca de 45% de todos os pagamentos atrasados a fornecedores.