Tendo saído, no último dia de Outubro, a informação mensal sobre a execução orçamental, o valor de Setembro para os pagamentos em atraso pelos hospitais do SNS vem na linha dos meses anteriores. Tudo indica que no final do ano será necessário haver a habitual “transferência extraordinária”. Com a atenção nas negociações entre governo e sindicatos médicos e nos fechos (parciais) de serviços de urgência, o acompanhamento da despesa estará em segundo plano (pelo menos).


1 \01\+00:00 Novembro \01\+00:00 2023 às 15:36
Aqui está uma dimensão de gestão de custos – consumo de produto farmacêuticos – que ninguém liga nenhuma. Porque será?…
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6 \06\+00:00 Novembro \06\+00:00 2023 às 10:00
creio que há várias pessoas que dão atenção ao consumo de medicamentos em ambiente hospitalar; no caso dos pagamentos em atraso, apesar da grande maioria da dívida que leva à situação de pagamentos em atraso ser com a indústria farmacêutica, a minha interpretação é que tal sucede porque são os fornecedores vistos como tendo mais “músculo financeiro” para esperar por esses pagamentos, mesmo que a despesa tenha crescido noutras áreas da atividade do hospital. É mais a “válvula de escape” das dificuldades de gestão do que necessariamente o aumento da despesa com medicamentos em ambiente hospitalar.
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