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14 Aplicação de um modelo de Gestão Integrada e Previsional de Recursos Humanos nas instituições do SNS

Justificação: Este modelo centra-se em:

  • Incentivar os serviços das instituições de saúde do SNS a realizarem uma análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats), de periodicidade anual, com o intuito de identificar as principais forças, fraquezas, ameaças e oportunidades.
  • Identificar e definir as competências e perfis estratégicos dos profissionais de saúde necessários para concretizarem os objetivos institucionais definidos; 
  • Rever e consensualizar o sistema de avaliação de desempenho; 
  • Promover uma gestão eficiente do potencial dos recursos humanos (RH);
  • Rever e comunicar políticas e sistemas retributivos que permitem estabelecer compensações e benefícios financeiros e não financeiros;
  • Restruturar políticas de captação de RH, com base numa análise interna e externa das condições de trabalho;
  • Promover um sistema de desenvolvimento técnico-científico, através da realização de um plano de formação, que engloba a formação estratégica, a formação de atualização e a mentoria.
  • Promover um sistema de acompanhamento e monitorização;
  • Estruturar as políticas de desvinculação, através da realização de entrevista de saída. 

Entidades envolvidas: ULS; Departamento de Gestão de Pessoas, Promoção do Bem-Estar, Diversidade e Sustentabilidade (DGP) da DE-SNS; ACSS. 

Calendarização de aplicação da proposta: A aplicação do modelo deverá ser anual. 

Dificuldade de concretização

técnica política custo
baixabaixabaixo

Que entidade deverá fazer o acompanhamento da concretização da proposta? Departamento de Gestão de Pessoas, Promoção do Bem-Estar, Diversidade e Sustentabilidade (DGP) da DE-SNS

Proposta por Mário Ribeiro

One thought on “14 Aplicação de um modelo de Gestão Integrada e Previsional de Recursos Humanos nas instituições do SNS

  1. Desconhecida's avatar

    Este número ignora o centralismo na contratação de profissionais e da sua remuneração. A autonomia para a contração num modelo de administração pública, em que não existe penalização para o decisor, é algo de complexo
    Excesso de contratações, amiguismo em vez de competência…
    Na gestão privada a contratação procura em maior eficiência e preocupa-se com o satisfazer as necessidades do cliente. Os erros é o investidor que os paga.

    A administração pública é por definição tayloriana e cega enquanto a gestão privada é flexível e adaptativa
    A forma como o Hospital Beatriz Ângelo foi ao chão de um dia para o outro com o fim da PPP é elucidativo. Ver esta entrevista de Artur Vaz, Administrador da PPP do BA pela Luz Saúde (https://sol.sapo.pt/2022/01/15/artur-vaz-se-nada-mudar-a-falta-de-gestao-vai-ser-a-morte-do-sns/)
    A Gestão Privada concessionada é única solução para o infindável debate sobre como dar volta ao modelo de administração pública do SNS.

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